Somos pura Consciência observando a Realidade sem se confundir com ela


Somos pura Consciência observando a
Realidade sem se confundir com ela

“Mudado está Zaratustra; tornou-se uma criança Zaratustra, um desperto é Zaratustra: que queres agora entre os que dormem?” (Nietzsche)

Voltar a ser como uma criança significa observar a realidade, desta vez conscientemente, sem julgamentos – um estado de inocência sábia –, sabendo que aqueles são programas, crenças presentes em nosso subconsciente. É termos consciência deles.

Mas, sem apego.

Sem nos identificarmos com nossos pensamentos ou emoções. 

“Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus.” (Mateus 18:3)

Esse profundo conhecimento também já está corroborado pela ciência.

Até 7 anos de ida criança encontra-se em estado “hipnótico; inconsciente” (delta 0 a 2 anos; e theta 2 a 7 anos), no sentido de que ela apenas observa a realidade, mas ainda não á capaz de interagir com ela e de julgar os acontecimentos. A sua mente está em fase de desenvolvimento – fase de “inflação do ego” de Jung.

Ela está, portanto num estado de inocência, pois ainda não é capaz de analisar os fatos e, por isso, não julga. É apenas um espectador do mundo. Mas, por não ser capaz de interagir com seu ambiente ou de analisar o que está acontecendo ao seu redor, está em um estado de ignorância.

É uma fase necessária, na qual a criança está fazendo de download de milhares de informações para se adaptar ao ambiente em que irá viver e está no processo de desenvolvimento de sua personalidade.

Esse é o momento em que adquirimos programações, crenças, filtros de percepção que entram direto em nosso subconsciente, já que o consciente ainda não está presente para analisar o que está entrando. Passamos, então, a ver a realidade a partir do conjunto de informações aos quais fomos expostos.

“Quando você olha para a vida, você não a olha diretamente, você a enxerga por meio de um filtro de experiências previamente aprendidas”. (Bruce Lipton)

 

Crenças são os piores venenos para a inteligência humana. (OSHO)

 

Voltar a ser como criança, é ver além das aparências e dos filtros aprendidos (sistema de crenças). É a rendição a nosso Self (centelha divina) – a “individuação” de Jung.

 “O verdadeiro sábio novamente torna-se uma criança. O círculo se completa – da criança de volta à criança. Mas a diferença é grande. A criança, como tal, é ignorante.

Ela terá de passar pelo camelo [estágio subserviente; obediência], pelo leão [anseio profundo pela liberdade; desobediência], e voltar novamente à criança [estado de autenticidade; encantamento] e esta criança não é exatamente a velha criança, porque ela não é ignorante.

Ela se moveu pelas experiências da vida: da escravidão, da liberdade, do sim impotente, do não feroz e, ainda assim, deixou tudo para trás. Não é ignorância, mas inocência. A primeira criança era o início da jornada. A segunda infância é a conclusão da jornada.” (OSHO)

Somos pura Consciência observando a realidade sem se confundir com ela.

– do quântico ao cósmico –

 

 

SOMOS-PURA-CONSCIÊNCIA-OBSERVANDO-A-REALIDADE-SEM-SE-CONFUNDIR-COM-ELA

 

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Compartilhamento de conhecimento sobre expansão da consciência e desenvolvimento pessoal.

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