TRANSGÊNICOS: Feche a Boca e Abra os Olhos

http://www.humanosdireitos.org/noticias/denuncias/871-CARTILHA-SOBRE-ALIMENTOS-TRANGeNICOS—idec.htm

Cartilha dos Transgênicos: http://www.idec.org.br/ckfinder/userfiles/files/Cartilha%20Transgenico.pdf


Transgênicos: O Veneno que Você Consome Todos os Dias

http://curapelavida.com.br/alimentos-transgenicos/

[…] As grandes empresas, detentoras das sementes transgênicas possuem grande influência política e perseguem todo cientista que está fazendo pesquisas independentes sobre a segurança dos transgênicos.

Porém diversos estudos e documentários estão expondo a realidade sobre os impactos dos transgênicos na sociedade, saúde e meio ambiente.

O cultivo de transgênicos é proibido no Japão, Nova Zelândia, e boa parte da Europa, e não é difícil entender o porquê.

Os alimentos transgênicos contaminam a biodiversidade, aumentam o uso de agrotóxicos, incentivam o surgimento de super pragas e podem causar sérios danos à saúde da população.

[…]

Quem inventou os transgênicos foi a multinacional Monsanto, que de santo não tem nada. Ela talvez seja a corporação mais odiada do mundo.

Isso porque a empresa está envolvida em diversas polêmicas, como prejuízos aos agricultores, danos à saúde e meio ambiente, formação de lobby e manipulação de pesquisas científicas.

Ela controlar cerca de 90% da produção de transgênicos e é produtora do famoso Glifosato, que há 30 anos é o herbicida mais vendido do mundo. Está entre as 100 empresas mais lucrativas dos Estados Unidos e possui grande influência político econômica.

A empresa criou algumas das piores substâncias do mundo. No passado, foi responsável pelo desenvolvimento de armas nucleares, o aspartame, PCBs, agente laranja, fertilizantes a base de petróleo e o hormônio de crescimento bovino (BGH).

Em 2016 a Monsanto foi vendida para a Bayer, no valor de US$ 66 bilhões, assustando os defensores da saúde, meio ambiente e os grandes produtores.

Um dos motivos da preocupação é que eles poderão lucrar com a doença (transgênicos e agrotóxicos Monsanto) e vender a cura (remédios Bayer).

Riscos à Saúde e ao Meio Ambiente

A indústria biotecnológica continua promovendo a introdução dos alimentos transgênicos não testados como se fossem “seguros”.

Eles compram pesquisas na área com o intuito de convencer os consumidores de que seus produtos são tão bons, ou até melhores do que os convencionais e isso vêm funcionando.

Uma pesquisa realizada em 2012 pela revista Food and Chemical Toxicology demonstrou que os ratos alimentados com transgênicos sofreram danos sérios nos rins, fígado e coração.

Os ratos morreram prematuramente e desenvolveram cânceres enormes em todas as partes do corpo. O estudo causou grande impacto na mídia e recebeu muitas críticas por parte das empresas de biotecnologia.


7 Razões para você evitar os Alimentos Transgênicos

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1 – Aumento das Alergias

Ao inserir um gene de um ser em outro, novos compostos podem ser criados, como proteínas e aminoácidos. Caso o organismo geneticamente modificado seja um alimento, essas novas substâncias podem provocar alergias, pois são absorvidas como um “corpo estranho” pelo organismo.

Outro problema é se o gene de uma espécie que causa alergia em determinadas pessoas for utilizado para criar um novo alimento transgênico, pois há uma transferência das características daquela espécie, fazendo com que esse “novo alimento” também cause alergias.

Foi o que aconteceu nos Estados Unidos: reações em pessoas alérgicas impediram a comercialização de uma soja que possuía gene de castanha-do-pará.

O pior de tudo é que não temos informações no rótulo dos alimentos sobre esses possíveis alergênicos.

2 – Resíduos de Agrotóxicos

Com o objetivo de controlar as pragas, algumas plantas transgênicas possuem um gene resistente a um determinado agrotóxico.

É o caso das sementes de soja da Monsanto, capazes de resistir ao herbicida Glifosato. O agricultor pode passar o Glifosato na plantação sem que ele mate as plantas de soja.

Porém, com o passar do tempo as pragas vão se tornando resistentes ao herbicida, fazendo com que o agricultor tenha que aumentar a quantidade de veneno que é aplicada na plantação.

Chega um ponto em que o veneno já não faz efeito sobre as pragas, exigindo que o produtor misture outros agrotóxicos para potencializar seu efeito e eliminar as mesmas.

Infelizmente em 2004 a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou o limite máximo da quantidade de resíduo de agrotóxico permitido no grão de soja em 50 vezes!

Prejuízo para o agricultor, que tem pragas cada vez mais resistentes, o solo prejudicado e depende de quantidades maiores de agrotóxicos.

Prejuízo para nós, consumidores, que vamos comer alimentos com quantidades enormes de agrotóxicos, sem mencionar os efeitos colaterais desconhecidos da mistura desses venenos.

Prejuízo para o meio ambiente, que terá maiores resíduos de agrotóxicos no solo, rios e um desequilíbrio incalculável do ecossistema.

O documentário abaixo mostra exatamente esse problema tomando conta das plantações de transgênicos na Argentina. Ele está em Português de Portugal, porém vale a pena assistir.

 3 – Dependência Tecnológica

Por se tratar de uma tecnologia cara, as empresas não permitem que os pequenos agricultores guardem sementes para futuras plantações, como acontece na agricultura tradicional.

Na hora da compra, o produtor é obrigado a assinar um contrato informando que eles podem vistoriar as plantações a qualquer momento em busca de sementes guardadas.

Todo o ano o agricultor tem que comprar sementes novas para seu plantio, sem contar que os únicos herbicidas que funcionam na plantação são vendidos pela própria companhia, tornando-o dependente.

A Índia vem sofrendo com um alto índice de suicídios relacionados com a dependência tecnológica dos grãos transgênicos. Por terem que comprar sementes caras todos os anos, os agricultores estão atolados em dívidas.

Sem ter como pagar suas dívidas, cerca de 250 mil produtores cometeram suicídio, a maioria em regiões de cultivo de algodão transgênico e mortos após a ingestão de herbicidas.

4 – Possível Cancerígeno

Em 2009 o Journal of Biologycal Science publicou um estudo demonstrando que o consumo de milho transgênico podia danificar órgãos como os rins e o fígado.

Em 2012 a revista Food and Chemical Toxicology mostrou que ratos alimentados com alimentos transgênicos morrem antes do previsto e sofrem de câncer com muito mais frequência.

A pesquisa teve duração de 2 anos, com 200 ratos divididos em três grupos: um deles alimentado à base de milho convencional, outro a base de milho transgênico e outro a base de milho transgênico tratado com herbicida Glifosato.

O resultado foi assustador: 50% dos machos e 70% das fêmeas alimentados com transgênicos morreram prematuramente. Eles tiveram tumores enormes na pele, nos rins e nas glândulas mamarias.

A hipófise foi o segundo órgão mais afetado – ela é a principal glândula do sistema nervoso, responsável por produzir hormônios importantes para o organismo.

A Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (IARC) colocou o Glifosato – principal herbicida utilizado nas plantações transgênicas – na sua Lista 2A, de “prováveis causadores de câncer em seres humanos”.

5 – Aumento das Substâncias Tóxicas

Alguns micróbios e plantas apresentam substâncias tóxicas que servem de defesa contra seus inimigos naturais, como os insetos. Geralmente essas toxinas não causam danos ao ser humano.

Entretanto, se o gene de um desses micróbios ou plantas for inserido em determinado alimento, é provável que essas toxinas aumentem, afetando negativamente pessoas, animais e os insetos benéficos à plantação.

É o caso do milho transgênico Bt, que mata lagartas e borboletas que são responsáveis pela polinização.

Essas substâncias estão sendo inserida nos alimentos sem uma avaliação adequada, colocando em risco a plantação e à saúde dos agricultores e consumidores.

6 – Contaminação Genética

Os transgênicos representam um grande risco a biodiversidade, causando a alteração ou até mesmo a perda do patrimônio genético de plantas, sementes e animais.

A poluição genética acontece através do cruzamento de variedades transgênicas com as convencionais. É o que está acontecendo com o milho, que vem se reproduzindo através da polinização e do vento, contaminando outras plantações.

O agricultor não tem como ter garantia de que sua plantação convencional não será poluída por sementes transgênicas, e o pior de tudo é que o problema é irreversível.

É fundamental que o governo e órgãos responsáveis adotem medidas legais e comecem uma fiscalização rigorosa para garantir a separação dos grãos durante todo o trajeto, do campo a mesa do consumidor.

Caso contrário, a contaminação acontece e os nossos direitos de saber e escolher ficam prejudicados.

7 – Resistência Antibiótica

A introdução das variedades transgênicas com resistência a antibióticos são uma enorme preocupação à saúde.

O fato é que ao ingerir o transgênico, as bactérias contidas nesse alimento modificam a flora intestinal. O DNA dos transgênicos altera as bactérias do estomago e intestino e transfere as características da planta, como a resistência aos antibióticos.

Isso causa uma séria ameaça à saúde pública, podendo reduzir ou até mesmo anular a eficácia dos remédios antibióticos.

Os especialistas no assunto dizem que a probabilidade de isso acontecer é remota, porém os cientistas e autoridades que fazem a regulamentação afirmam que por menor que seja o risco, ele é inaceitável.


10 Motivos para Você Consumir Produtos Orgânicos

http://curapelavida.com.br/produtos-organicos/


10 Motivos para consumir Orgânicos

http://www.organicsnet.com.br/2011/02/por-que-consumir-organicos/

Nem precisa pensar muito. Leia abaixo e descubra as vantagens de consumir produtos orgânicos!

1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Pesquisas e estudos tem demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até câncer.

2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.

3. Alimentos orgânicos são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos – em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.

4. Protege futuras gerações de contaminação química. A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto químico; e tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais.

5. Evita a erosão do solo. Através das técnicas orgânicas tais como rotação de culturas, plantio consorciado, compostagem, etc., o solo se mantém fértil e permanece produtivo ano após ano.

6. Protege a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d’água e poluem rios e lagos.

7. Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. A agricultura orgânica respeita o equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.

8. Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento. Mantendo o solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem à terra e revitaliza as comunidades rurais.

9. Economiza energia. O cultivo orgânico dispensa os agrotóxicos e adubos químicos, utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e o trato manual dos canteiros. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apoia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.

10. O produto orgânico é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação. Este Selo é fornecido pelas associações de agricultura orgânica ou por órgãos certificadores independentes, que verificam e fiscalizam a produção de alimentos orgânicos desde a sua produção até a comercialização. O Selo de Certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos mais saudáveis e isentos de qualquer resíduo tóxico.

Fonte: Ambiente Brasil

Leia online a cartilha: Por que consumir orgânicos

O Que é o Produto Orgânico?

Produto orgânico é todo produto, animal ou vegetal, obtido sem a utilização de produtos químicos ou de hormônios sintéticos que favoreçam o seu crescimento de forma não natural. O solo é a base do trabalho orgânico. No caso do vegetal, o solo deixa de ser um mero suporte para a planta, tornando-se sua fonte de nutrição – livre de produtos agrotóxicos, pesticidas, adubos químicos ou sementes transgênicas. No caso dos animais, sua criação é feita sem o uso de hormônios de crescimento, anabolizantes ou outras drogas como os antibióticos.

A grande vantagem disso, além da produção de alimentos mais saudáveis e naturais, é que, com a preservação do solo, que fica mais fértil e livre de toxicidades, a produção orgânica permite um manejo sustentável do meio ambiente de forma equilibrada, facilitando a preservação e a harmonia de todos os elementos da natureza entre si e garantindo a saúde do homem.

Principais produtos orgânicos produzidos no Brasil:

Cana e açúcar orgânica; grãos como soja, cacau, arroz, café; gengibre, guaraná; frutas como manga, morango, uva, pêssego, rapadura orgânica, citros, banana; tomate orgânico, legumes. Também néctares e sucos de frutas, geleias e cosméticos.


Eating ORGANIC is a form of SELF LOVE

 

 

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